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Afinal, a opinião dos nossos agentes é relevante? É fácil criticar o trabalho destes homens e mulheres, mas na verdade, uma parte dos portugueses não conhece os problemas a que estes profissionais estão sujeitos e, mais importante, não sabem pelas dificuldades que estes passam no seu local de trabalho, pois o conhecimento é nulo. A Guarda Nacional Republicana é uma força de segurança, de natureza militar, organizada num corpo especial cujas atribuições são prosseguidas em todo o território nacional e na zona marítima de respeito, com exclusão das zonas legalmente cometidas a outras forças ou serviços de segurança, nas quais a sua intervenção depende do pedido destas autoridades ou da sua
Gentes sem agentes
ausência na zona, de ordem especial ou de imposição legal relativa à fiscalização rodoviária. Todos sabemos que para isto, os oficiais da GNR necessitam de meios para conseguir executar o seu trabalho corretamente. Ora, aí é que reside o grande problema! A maioria dos agentes queixa-se de falta de condições no trabalho, passando estes pelos seguintes pontos: falta de equipamento de proteção individual, armamento, veículos operacionais, condições das instalações, e,
mais importante, há uma grande carência a nível de recrutamento. Para um país como Portugal é vergonhoso que haja situações destas em pleno século XXI.
Francisco Moita Flores
Escritor, investigador e atual presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores nasceu a 22 de Fevereiro de 1953, em Moura. Estudou na sua terra natal até aos quinze anos, Concluindo o bacharelato em Biologia em Lisboa, 1975, sendo professor do Ensino Secundário a partir desse ano até 1978. Foi nesse mesmo ano que ingressou na Polícia Judiciária, sendo o primeiro classificado no curso de investigação criminal
Grupo: 4C_SAPD
Escola: Escola Profissional de Aveiro