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Quando falamos em escravatura, o nosso pensamento remete-nos para o passado. Imaginamos a época em que eram utilizados escravos com grilhões como sendo uma época remota. Não podíamos estar mais enganados! A escravatura continua a existir no mundo atual e mais viva do que nunca. Muitas pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra a sua vontade e sob variadas ameaças. O tráfico humano de homens, mulheres e crianças para serem submetidos a exploração sexual ou a trabalhos forçados sem remuneração e sem direitos, é uma prática deplorável em franca expansão mundial. Muitos destes "novos escravos" procuravam apenas melhorar a sua vida e são enredados em redes de tráfico humano, privados da
Escravatura, ainda uma realidade
sua liberdade, sujeitos a violência extrema e sob ameaça à sua vida ou à vida dos seus familiares. Em Portugal, em 2005, existiam 506 pessoas em situação de tráfico (de acordo com o Departamento Contra a Droga e Crime, 2006:76). Entre 1996 e 2004 houve 104 vítimas (80 mulheres e 24 homens) identificadas em tribunal e participantes de processos judiciais. A crise financeira mundial, a impunidade com que estas redes atuam e os grandes lucros obtidos, fazem deste
"negócio" uma atividade em franca expansão. É necessário uma maior consciencialização do problema e a criação de um movimento contra a exploração do Homem pelo Homem para que a escravatura seja definitivamente abolida da História da Humanidade.
Lucília Justino
Presidente da Amnistia Internacional de Portugal. Licenciada em estudos Anglo-Americanos e em Filologia Germância. Pós-Graduada em Ciências Literárias,Mestre em Literaturas Comparadas e doutorada em literaturas românicas. É, atualmente, docente na Escola Superior de Comunicação Social. É ainda escritora, possuindo livros publicados nas áreas da investigação, didática e formação de professores.
Grupo: PAMT
Escola: Colégio Guadalupe