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Não é uma mentira, está provado que rir faz bem à saúde e que pessoas positivas têm mais longevidade. E perante tudo o que está a acontecer à nossa volta, talvez seja uma medida possível de libertação. Entre matérias económicas, entrada da troika no país, crise e tantos outros assuntos atuais, o humor pode funcionar como uma terapia. Se pensarmos bem, todos os assuntos, por mais ou menos emotivos que sejam, podem resultar numa anedota ou numa gargalhada. A crise não foge à regra. Com alguma sorte, a carreira de humorista até poderia vir a ser uma excelente saída profissional. Se é que ainda há isso de boas saídas profissionais. Tudo tem um sentido. E as coisas más trazem sempre algo de bom.
Humor em tempos de crise.
Rir. Mesmo que não seja o momento para graças. Rir é sempre o melhor remédio. E, tal como chorar, pode ser um desabafo, rir pode sê-lo também. A ideia pode ser essa, então. Pensar no papel do humor em tempos conturbados. Se pode ser terapia. Evasão. Catarse. Refúgio. Ou, muito simplesmente, uma maneira possível de lidar com o que nos afeta em termos bem reais. Será possível isso? O riso em tempos que aparentemente só dão vontade de chorar? A nossa ideia é simples
Pensar a crise pelo humor. Pela desconstrução que pressupõe o humor. Desconstruir a crise. Pelo riso. A ver se sim. Se é possível.
José Diogo Quintela
Sabemos isto: Que nasceu em Lisboa, no dia 29 de Maio de 1977. Que frequentou o Curso de Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Que colaborou com as Produções Fictícias. E o mais óbvio: integra os Gato Fedorento. Também sabemos isto:Que não gosta de estar em filas do multibanco e que gosta de lavar as mãos com "água pura e cristalina".
Grupo: Nós
Escola: Escola Profissional de Carvalhais